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Estruturar · Go-to-Market para deep tech

Assessoria de Rota Comercial

Sua tecnologia já tem resultados técnicos e uma aplicação em vista. Ajudamos sua equipe a estruturar o Go-to-Market (GTM): escolher por onde entrar no mercado, definir o primeiro cliente e preparar as validações, os pilotos e as parcerias necessários.

  • Para quemEmpresas e startups com tecnologia própria, direção comercial inicial e equipe disponível para executar as validações
  • Referência6 a 8 semanas de estruturação, com acompanhamento posterior definido na proposta
  • MétodoLeitura conjunta de TRL e CRL por aplicação
  • PapelAssessoria: sua equipe executa o desenvolvimento, a operação e as ações comerciais

Para quem é

Você pode estar preparando o primeiro piloto com um cliente, escolhendo uma aplicação entre várias possibilidades ou tentando entender por que os resultados técnicos ainda não se converteram em interesse comercial.

Começamos pelo diagnóstico ou pela direção comercial já definida. Se essa direção ainda estiver aberta, avaliamos primeiro o que falta esclarecer.

TRL × CRL

Maturidade técnica e prontidão comercial, lidas em conjunto.

Um teste bem-sucedido demonstra algo sobre a tecnologia. Para planejar a entrada no mercado, precisamos entender também quem usaria a solução, em quais condições e por que escolheria essa alternativa.

Matriz TRL por CRL Grade de nove por nove níveis. O eixo horizontal é a maturidade tecnológica (TRL); o vertical, a prontidão comercial (CRL). A diagonal marca a leitura conjunta. Três regiões são destacadas: níveis altos nas duas dimensões; maturidade técnica alta e prontidão comercial baixa; maturidade técnica baixa e prontidão comercial alta. 123456789123456789 TRL · maturidade tecnológica CRL · prontidão comercial TRL e CRL altos maturidade conjunta alta TRL alto, CRL baixo baixa prontidão comercial TRL baixo, CRL alto alta prontidão comercial diagonal · leitura conjunta o que falta validar antes do próximo compromisso

A leitura conjunta de TRL e CRL orienta os próximos testes de aplicação, integração e viabilidade econômica.

TRL e CRL descrevem dimensões distintas. Os níveis devem ser sustentados por evidências da aplicação.

Há maturidade nas duas dimensões. Ainda é necessário verificar condições econômicas, integração e requisitos da próxima etapa.

A maturidade técnica está mais avançada. A leitura comercial precisa identificar o que falta demonstrar sobre adoção, cliente e modelo de negócio.

A prontidão comercial está mais avançada. A tecnologia ainda precisa cumprir as validações técnicas correspondentes à aplicação.

  1. TRLTechnology Readiness Level

    O que a tecnologia já demonstrou? O TRL descreve a maturidade tecnológica, dos princípios observados à demonstração em operação. Examinamos os resultados e as condições dos testes para entender o que eles permitem afirmar sobre a aplicação pretendida.

  2. CRLCommercial Readiness Level

    O que já sabemos sobre a adoção? O CRL organiza a leitura de prontidão comercial: cliente e problema, disposição a pagar, requisitos regulatórios, modelo de negócio e cadeia de parceiros, além das condições para produzir e entregar em escala.

Um processo pode atingir o desempenho esperado em um piloto e ainda exigir adaptações para caber na operação do cliente. A decisão comercial também depende do custo, de quem aprova a compra e das condições de implantação. A leitura conjunta ajuda a identificar o que falta validar antes de assumir novos compromissos.

O TRL tem uma escala de nove níveis, descrita pela NASA. O CRL é usado aqui como método de trabalho da Launchpad; suas evidências são examinadas por aplicação, sem tratar diferentes modelos de prontidão comercial como uma escala universal.

Go-to-Market

A estratégia de entrada no mercado para a sua tecnologia

Qual aplicação priorizar, para quem oferecer a solução, que benefício demonstrar e como viabilizar sua adoção.

Em deep tech, essas escolhas precisam considerar o desenvolvimento técnico, os testes e a capacidade de entrega. Na assessoria, usamos a leitura de TRL × CRL para preparar esse plano com sua equipe. Uma dúvida sobre desempenho pede um teste técnico; uma dúvida sobre o problema do cliente pede validação com quem o enfrenta. O desenho do piloto precisa deixar claro o que será avaliado e qual decisão os resultados vão apoiar.

O que construímos com sua equipe

Quatro entregas em sequência

  1. Entrega 1

    Aplicações prioritárias e primeiro cliente

    Comparamos as aplicações pelo problema que resolvem, pelas exigências técnicas e pelas condições de acesso ao mercado. Definimos o perfil do primeiro cliente, o benefício esperado e as hipóteses que precisam ser verificadas com ele.

  2. Entrega 2

    Desenho dos pilotos

    Organizamos objetivos, escopo, métricas, critérios de sucesso e responsabilidades. O piloto deve produzir evidências para uma decisão, como adaptar a solução, aprofundar os testes ou preparar a implantação.

  3. Entrega 3

    Estratégia de parceiros e financiamento

    Examinamos quais parceiros podem contribuir para testar, produzir ou entregar a tecnologia e quais instrumentos de capital ou fomento são compatíveis com o desenvolvimento previsto.

Entrega 4

Plano comercial de 12 meses

Reunimos as validações, os pilotos e o trabalho com parceiros em uma sequência de ações, com responsáveis, resultados esperados e critérios de decisão. O plano orienta a execução e as revisões conforme chegam novas evidências.

Como funciona o acompanhamento

A referência do programa é de seis a oito semanas de estruturação, com acompanhamento posterior para discutir resultados e ajustar as decisões. Prazo, frequência e duração desse acompanhamento são definidos na proposta comercial, conforme o projeto e a capacidade de execução da equipe.

Quem executa o plano

Sua equipe realiza o desenvolvimento, conduz a operação e executa as ações comerciais. A Launchpad participa como assessoria: ajuda a organizar as escolhas, preparar os testes e interpretar os resultados.

Vamos conversar sobre sua tecnologia.

Conte qual aplicação está considerando, o que já foi testado e qual é a principal dificuldade para chegar ao cliente.